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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

excerto de Lunar

Maria José Amorim

(...)Contigo, perdi tudo o que fui para não ser mais nada. Deixei-me ficar nos sonhos que tivemos. Abandonei-me. Nunca mais entederemos a lua como quando acreditávamos que aquela luz que atravessava a noite nos aquecia. Nunca mais. Nunca mais poderemos sonhar. Nunca mais.(...)




[José Luís Peixoto], in "Antídoto" - excerto de "Lunar"